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CLARO ALVES DOS SANTOS, antoninense, com 14 anos veio morar com os pais onde hoje é a sede náutica do CNA. Pela proximidade com aqueles “meninos ricos de Curitiba” que vinham velejar nos finais de semana, Claro começou aprender a técnica de velejar, pois de mar já entendia.
O primeiro contato com um veleiro foi com Zézinho (José Secundino de Oliveira F°.) que o convidou e ensinou a fazer proa de Snipe, lá pelo final dos anos 50. Após fazer proa para: Zézinho, Maneco Gomes, Netinho e De Lucca, começou a timonear, tendo como proeiras e alunas: Viola e Adriana Novak (hoje velejadora de Laser).
O “Veio”, como é carinhosamente chamado pelos amigos, também velejou de Day Sailer e 445 nos anos 70, durante uns 4 anos. Considerado um fenómeno na vela pela sua técnica, condicionamento físico e disposição para competir, é um exemplo para as atuais gerações de velejadores do CNA, desde a meninada do Optimist até os “marmanjos” do Laser que ainda suam muito a camisa para acompanhar o “Veio” na raia. Claro Alves dos Santos: Uma lenda viva na história do CNA e da vela paranaense. |